As palavras me piscam
e fico no tentar a namorá-las.
Paquero, paquero...
Empenho a conquistá-las
Ah! Eu com um mulherão desses!
Busco loucos a ajudar.
Um, de canções, sangue e recordações: “tá no papo!”
Outro, de sonhos, Platão e star: “vai ter que dirigir o dia todo e
mesmo se levar na boléia, não sei se consegue não!”
Entristeço, mas é contínua a paixão.
Angústia.
Incapacidade.
Os rebuscar é que me insegura.
De novo contínuas tentativas.
Afinal, há quem diz: “isso que te corre às veias, os músculos e os ensaios para orgasmos, é recurso para a conquista!
É isso que me engorda.
Fico a ponto de explodir!
E explodem de mim, vez em quando
Palavras.
E o silêncio começa a se romper. O fato é que a explosão não quer saber de regras, formatos. Muito menos da crítica. E, afinal, também, é pra cumprir o propósito do espaço.
ResponderExcluir